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Representantes de vários bairros da cidade participaram
da audiência pública, no plenário da Câmara
Municipal. A divisão do município em macro-zonas,
feita pelo Poder Executivo não agradou muita gente, assim
como a demora na revisão do Plano Diretor. O vereador Rubens
Andrade lembrou que a revisão começa a ser feita
sem a participação do Poder Executivo e lembrou
que há uma proposta para o Plano Diretor participativo
do Rio de Janeiro que tem, como meta, a necessidade de superar
o atual impasse provocado pela postura antidemocrática
do Prefeito e da Câmara de Vereadores".
O vereador Rubens Andrade lembrou que sempre se posicionou em
todos os debates, como por exemplo na APA de Marapendi (hotéis
na praia da reserva), quando foi o primeiro a discutir e denunciar
o que se estava propondo, assim também como no PEU Vargens,
onde votou contra a construção de espigões.
Segundo ele, a responsabilidade deve ser cobrada da Prefeitura
que elaborou o PEU das vargens. Em que determinada área,
era permitido treze andares, mas uma outorga onerosa permitiu
o décimo quinto pavimento.
Em seu discurso, Rubens Andrade perguntou: "como fazer revisão
do Plano Diretor sem a presença do executivo, para que
possamos ter instrumentos? Porque este Plano Diretor não
é para o prefeito, não. Ainda temos mais dois mandatos
de Prefeitos e um terceiro ainda que vai assumir durante a vigência
deste Plano." O vereador afirmou que um dos problemas a serem
discutidos é o transporte de massa, incluindo aí
a projeção do IPP que dá um prazo de 18 anos
para a população da Barra da Tijuca ser quintuplicada.
O parlamentar disse ainda que há muito o que se compreender
para que não se recaia em um debate infinito e aconteça
o que ocorreu no PEU das Vargens.
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