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Rio-Cidade Realengo

 

por Rubens Andrade

Desde o início da elaboração do projeto Rio- Cidade Realengo, há seis anos aproximadamente, venho acompanhando as discussões. Participei ,como membro de uma comissão de moradores, de reuniões com a equipe técnica e contribuí com informações sobre o bairro. Desde aquele momento, ficou claro que, a prioridade para a execução do projeto seria a implantação de uma rede de galerias de águas pluviais, pois, a que existe, é antiga e obsoleta. A referida rede não comporta as águas das chuvas e não atende ao crescimento do centro do bairro.

O projeto original previa a urbanização da Praça Padre Miguel (realizada em 2000), a urbanização da Praça do Canhão (proporcionando a integração dos dois lados da linha férrea) e a implantação de rua de pedestres com quiosques para os estudantes, próximo à Universidade Castelo Branco. As obras se estenderiam da Praça dos Abrolhos até a Rua Gourlart de Andrade. Naquele momento reivindicávamos que o Projeto deveria prosseguir até a Praça Professora Maria Campos, esquina com Rua Piraquara, proporcionando condições para o desenvolvimento econômico do centro do bairro em seu eixo principal, Avenida Santa Cruz, uma vez que, em Realengo, temos uma população de mais de 173 mil habitantes.

Hoje o projeto além de ter sido reduzido, não prevê até a presente data, a implantação de galerias de águas pluviais na Av. Santa Cruz, o que solucionaria o problema das enchentes agravado após a obra de drenagem na Rua Oliveira Braga no trecho entre a Rua General Sezefredo até o Rio Catarino.

Após encontro realizado com moradores, organizamos uma comissão e nos reunimos com o secretário municipal de Obras, o presidente da Rio-Águas e o coordenador geral de Obras da Prefeitura. Conseguimos convencê-los sobre a necessidade de implantação de um sistema de drenagem eficiente, uma vez que, segundo técnicos, a obra do Rio Cidade só se justifica com obras de drenagem. O orçamento, elaborado pela Rio-Águas para implantação de galerias de águas pluviais no trecho da Av. Santa Cruz, esquina com Travessa Rodrigues, drenando para o Rio Catarino, assim como, drenando da Av. Santa Cruz com Travessa Rodrigues, até o Rio Piraquara, é de quatro milhões, setecentos e sessenta mil reais.

É chegada a hora de cobrar ! A obra não pode ser fictícia! Ela precisa ser concreta em sua totalidade para que possa render bons resultados. O problema de drenagem é urgente em nosso bairro. Participe desta discussão!

 



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