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Já
começou a construção da Siderúrgica
em Santa Cruz
Vereador trabalhou em prol da aprovação
de mensagem que viabalizou o empreendimento
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Foi
iniciada a construção, em Santa Cruz, da Companhia
Siderúrgica do Atlântico que criará
cerca de 18 mil empregos. O vereador Rubens Andrade assistiu
à cerimônia de lançamento da pedra fundamental
que marcou a inauguração da obra na presença
da governadora do Estado, Rosinha Garotinho, do secretário
de Estado de Energia, Indústria Naval e Petróleo,
Wagner Victer e do presidente da Companhia Vale do Rio do
Doce, Roger Agnelli. A CSA é uma empresa nascida
da associação entre a alemã Thyssenkrupp
e a Companhia Vale do Rio Doce. O empreendimento será
formado por uma usina siderúrgica e um terminal portuário.
"Este
é um sonho que nasceu há cinco anos atrás.
É uma felicidade estar encaminhando este projeto
que deve servir de exemplo para outros. É uma parceria
das duas empresas e de todas as esferas do Governo",
disse Roger Agnelli. O presidente da Thyssenkrupp Steel,
Karl-Ulrich Köehler, acrescentou: "poderia responder
como Pero Vaz de Caminha que disse que nesta terra em se
plantando tudo dá. Todo mundo diz que o Brasil é
o país do futuro. Nós não queremos
falar, queremos fazer a nossa parte, criar empregos".
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Por considerar um projeto de grande importância para
retomada econômica da Zona Oeste, o vereador Rubens
Andrade trabalhou em prol da aprovação da
mensagem do Executivo que concedeu à Thyssenkrupp,
incentivos fiscais, através da isenção
de ISS (Imposto Sobre Serviços) o que garantiu os
recursos necessários para a construção
da Siderúrgica.
O parlamentar
reuniu-se com o diretor-adjunto do Projeto, Ricardo Brito,
para levantar informações detalhadas da implantação
e seu impacto ambiental. Participou de Audiência Pública
em Santa Cruz com moradores da região e representantes
da empresa. Rubens Andrade também defendeu a aprovação
da mensagem em plenário, ressaltando que a área
onde será implantada a siderúrgica, poderia
ter se transformado em um lixão.
Na reunião
com o parlamentar, o diretor-adjunto ressaltou que um memorando
assinado em janeiro de 2005 estabelece que a despesa prevista
de US$ 500 milhões com a compra de materiais e a
contratação de serviços será
obrigatoriamente realizada no estado do Rio de Janeiro.
Além disso, a empresa dará preferência
à contratação de empresas que empregam
mão de obra local.
De acordo
com Ricardo Brito, os relatórios de impacto ambiental
solicitados pela Feema foram concluídos e aprovados
pela Fundação. A pedido da Feema, fizemos
dois estudos paralelos, um sobre a dragagem do canal de acesso
ao terminal e sobre o aterro do terreno onde será implantada
a usina, e outro sobre a construção da Usina
Termelétrica". |
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